Modulo II - Banco de dados
Modelagem (Aula 23/10/23)
Para criar os modelos de banco de dados acesse:
Diagrameditor (Plataforma online livre - www.diagrameditor.com)
I Parte - Diagrama
Abaixo segue um breve resumo que pode ajudar na construção de seu modelo e auxiliar no desenvolvimento das atividade em sala.
Componentes básicos: Entidades, atributos, relacionamentos e restrições.
Entidades podem ser objetos físicos, como clientes e produtos, mas também abstrações como rotas de voo ou apresentações musicais.
Atributo é uma característica
de uma entidade. É tudo o que se
pode relacionar como propriedade da
entidade(coluna, campo). Exemplo uma entidade
chamada cliente seria descrita por
atributos como nome, sobrenome,
telefone, endereço e limite de
crédito de clientes.
Atributo obrigatório e Atributo opcional: Obrigatório é aquele que para uma entidade ou relacionamento deve possuir um valor. Opcional pode ter ou não valor atribuído.
Atributo identificador - Conhecida como Primary Key (PK) é a identificação exclusiva de cada ocorrência de uma entidade. Exemplo: Código cliente, Código produto.
Primary Key - Não pode haver duas ocorrências de uma
mesma entidade como mesmo conteúdo na
Chave Primária. A chave primária não pode ser composta por
atributo opcional, ou seja, atributo que
aceite nulo.
Relacionamento pode ser entendido como uma associação entre instâncias de entidades, normalmente ocorre entre instâncias de duas ou mais entidades, podendo ocorrer entre instâncias da mesma entidade (auto relacionamento)
Relacionamento um para muitos (1:M ou 1..*)
Relacionamento muitos para muitos (M:N ou *..*)
Relacionamento um para um (1:1 ou 1..1)
Diagrama Entidade Relacionamento (DER)
Para criar a representação gráfica,
existem algumas regras, conhecidas
como notações do DER.
Abaixo ilustra algumas anotações do DER:
Exemplos:
II Parte - Regras de Normalização
A normalização é focada na prevenção de problemas com repetição e atualização de dados, assim como o cuidado com a integridade dos dados.
Primeira Forma
Nesta primeira forma tratamos as repetições, e também nos certificamos que os atributos estão sendo armazenados de forma única, isto é, não há nenhum outro atributo com os valores da mesma linha na tabela.
No exemplo a seguir vemos que a chave primária da tabela, e se é necessário criar outra, associamos a tabela original com a segunda precisamente por essa chave. Vamos criar um exemplo (informações fictícias) com informação sobre duas pessoas:
A princípio, identificamos a chave primária, neste caso, é o atributo de código. Considere que entre os atributos estão os valores associados a chave, então precisamos fragmentar estes valores, desta forma é necessário criar uma nova tabela.
Criamos os atributos cidade e estado, porque estas informações estavam em um único atributo, sendo que é mais útil ter essas informações separadas, para filtrar os dados por exemplo.
Esta nova tabela foi criada para poder relacionar telefones com o atributo código, que na tabela principal é a chave primária, sendo definida como chave estrangeira. Deixamos todos os dados definidos individualmente, ainda assim relacionados.
Segunda Forma
A segunda forma trabalha focada nas possíveis redundâncias nas tabelas, em especial, define se os atributos da tabela dependem inteiramente da chave primária. Os atributos que não dependem ou dependem parcialmente da chave são associados a uma outra tabela, agora com uma relação clara com a chave primária da tabela original. Em outras palavras, a chave primária é convertida em chave estrangeira (ou externa) na nova tabela.
Vamos seguir com outro exemplo, similar a tabela anterior.
Considere que os campos de origem e destino não têm relação direta com o campo de código, mas têm uma relação direta com o código de voo, já que são informações relacionadas a uma viagem aérea, por exemplo. Assim, podemos mover essas informações a uma nova tabela sem que os dados percam as relações originais.
Por isso, a tabela original elimina os dados que não são necessários nela, porém eles seguem relacionados em uma tabela secundária.
Vale a pena relembrar que a segunda forma normal está de acordo com as regras da primeira forma normal, e assim sucessivamente.
Terceira Forma
Na terceira forma normal trabalhamos precisamente com a organização dos atributos que dependem uns dos outros, porém que não são atributos chaves (primárias ou estrangeiras). Caso necessário, é criada uma tabela secundária para reestruturar a relação de dependência entre os atributos. Essas tabelas devem ter a chave primária ou estrangeira.
Agora usamos um exemplo de modelos de carros:
Tenha em conta que existe uma dependência entre o atributo 'nome de fábrica' e 'ano' com o 'código de fábrica', entretanto, estes atributos não dependem da chave principal da tabela que é 'placa'.
Neste caso, criamos uma nova tabela para relacionar o nome da fábrica com seu código, e também removemos as relações de dependência entre atributos que não são chaves da tabela original.
Sempre é bom recordar que para uma tabela está em terceira forma normal, antes disso, deve estar definida de acordo com a primeira e segunda formas normais. Estas foram as três formas normais principais.
Resumos das FN:
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